
..."Assim o principezinho, apesar da boa vontade do seu amor, logo duvidara dela. Tomara a sério palavras sem importância, e se tornara infeliz.
Não a devia ter escutado - confessou-me um dia - não se deve nunca escutar as flores. Basta olhá-las, aspirar o perfume. A minha embalsamava o planeta, mas eu não me contentava com isso. A tal história das garras, que tanto me agastara, me devia ter enternecido...
Confessou-me ainda:
Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava... Não devia jamais ter fugido. Devia ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores!"
SE ALGUÉM AMA UMA FLOR DA QUAL SÓ EXISTE UM EXEMPLAR EM MILHÕES E MILHÕES DE ESTRELAS, ISSO BASTA PARA QUE ELE SEJA FELIZ QUANDO A CONTEMPLA
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