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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011


Dez Anos
(Rafael Hernandez – versão: Lourival Faissal)

Assim se passaram dez anos
Sem eu ver teu rosto
Sem olhar teus olhos
Sem beijar teus lábios assim
Foi tão grande a pena
Que sentiu a minha alma
Ao recordar que tu
Foste meu primeiro amor
Recordo junto a uma fonte
Nos encontramos
E alegre foi aquela tarde para nós dois
Recordo quando a noite abriu seu manto
E o canto daquela fonte nos envolveu
O sono fechou meus olhos, me adormecendo
Senti tua boca linda a murmurar
Abraça-me por favor minha vida
E o resto desse romance só sabe Deus

..."Assim o principezinho, apesar da boa vontade do seu amor, logo duvidara dela. Tomara a sério palavras sem importância, e se tornara infeliz.
Não a devia ter escutado - confessou-me um dia - não se deve nunca escutar as flores. Basta olhá-las, aspirar o perfume. A minha embalsamava o planeta, mas eu não me contentava com isso. A tal história das garras, que tanto me agastara, me devia ter enternecido...
Confessou-me ainda:
Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava... Não devia jamais ter fugido. Devia ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores!"

SE ALGUÉM AMA UMA FLOR DA QUAL SÓ EXISTE UM EXEMPLAR EM MILHÕES E MILHÕES DE ESTRELAS, ISSO BASTA PARA QUE ELE SEJA FELIZ QUANDO A CONTEMPLA
É ISSO AÍ:




"Se tu vens às quatro da tarde,
desde às três eu começarei a ser feliz."


De O PEQUENO PRÍNCIPE - Antoine de Saint-Exupèry